Data Center Brasil: 5 principais tendências do mercado Data Centers
20/02/2019 Oportunidades

Data Center Brasil: 5 principais tendências do mercado Data Centers

Antes de entrarmos a fundo no assunto do conteúdo, você sabe o que é Data Center? O Data Center no Brasil, é também conhecido como Centro de Processamento de Dados, um local onde é concentrado sistemas computacionais de organizações, como sistema para soluções de armazenamento de dados, que garate segurança e disponibilizada de suas informações . Entre essas soluções, se encontram serviço de colocation, disaster recovery, firewall para empresas, hospedagem híbrida, hosting, location IaaS, serviço de backup, serviço de e-mail corporativo, serviço de proteção IDS e IPS e site backup.

Entre as 5 princiapais tendências do mercado Data Center Brasil, ganha destaque o uso de mais inteligência para simplificar as operaçõese habilitar o serviço e o gerenciamento remoto. A crescente sofisticação do Edge Computing é outra tendência de data center a se prestar atenção. Confira todas as tendências a seguir.

O que Edge Computing?

Um Edge Computing mais inteligente, simples e autossuficiente vem ao encontro de tendências mais amplas do mercado e do consumidor. Isso inclui a Internet das Coisas (IoT) e a iminente implantação das redes 5G. A meta é proporcionar uma computação potente e de baixa latência, mais próxima ao usuário final.

Para muitas empresas, o Edge Computing se tornou a parte mais crítica de seu ecossistema digital. Sistemas de infraestrutura inteligentes com recursos de machine learning, em conjunto com analytics baseados em nuvem, estão mudando completamente a forma como se pensa o Edge Computing e os serviços de Edge. O resultado será um Edge Computing mais robusto e eficiente, com maior visibilidade e recursos de manutenção automática que demandam pouco gerenciamento ativo.

Revolução da força de trabalho

O envelhecimento e a aposentadoria da força de trabalho e a defasagem dos programas de treinamento em relação aos data centers e à evolução do Edge Computing vêm criando desafios no mundo todo. Isso irá disparar várias ações em 2019.

Primeiramente, as empresas começarão a mudar a forma como contratam profissionais de data centers, distanciando-se dos programas de treinamento tradicionais em direção a instruções mais ágeis e específicas do trabalho, com foco no Edge Computing. Mais treinamento acontecerá dentro das instalações. Em segundo lugar, as empresas se voltarão para sistemas inteligentes e machine learning a fim de simplificar as operações, preservar o conhecimento institucional e possibilitar um serviço e uma manutenção mais previsíveis e eficientes.

Sistemas UPS mais inteligentes e mais eficientes

Novas baterias alternativas apresentarão oportunidades para uma adoção mais ampla dos sistemas UPS capazes de interações mais elegantes com a rede. No curto prazo, isso irá se manifestar nos recursos de gestão de cargas e redução dos picos de demanda. Por fim, veremos empresas usando parte da energia armazenada em seus sistemas UPS para ajudar as instalações a operar a rede elétrica. O armazenamento estático de toda aquela energia foi, por muito tempo, visto como um gerador de renda prestes a acontecer. Estamos nos aproximando das aplicações críticas.

Buscando a padronização em Data Center

O data center, mesmo na era do projeto modular e pré-fabricado, continua sendo complexo demais para oferecer uma total e plena padronização do equipamento. Mas existe interesse em realizar esse avanço em duas frentes: padronização dos componentes do equipamento e normalização da configuração do data center.

Esta última, em especial, vem se manifestando no uso de arquiteturas e tipos de equipamentos consistentes, com diferenças regionais, para manter os sistemas simples e os custos baixos. Em ambos os casos, o objetivo é reduzir os custos do equipamento, diminuir os cronogramas de entrega e implantação e simplificar o serviço e a manutenção.

Processadores de alta potência e resfriamento avançado

À medida que as taxas de utilização dos processadores aumentam para executar aplicações avançadas, como reconhecimento facial ou análise de dados avançada, os processadores de alta potência geram a necessidade de abordagens inovadoras no que diz respeito ao gerenciamento térmico. Vem se tornando viável realizar o resfriamento direto de líquido no chip, ou seja, o processador ou outro componente é parcial ou totalmente imerso em um líquido para dissipação do calor.

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